segunda-feira, 12 de março de 2012

Ainda o "karma".

Estranha forma de se fazer justiça. Depois de Manduca, Danny e até Paulo Alves, esta jornada foi a vez de Edinho. 
Dedicado a todos os "dragões madeirenses". 

Heróis improváveis

Mais uma bela página de história se escreveu na sexta-feira, com um jogo que ficará na memória de todos quanto estiveram presentes no Caldeirão por muitos e bons anos pelo que se passou em campo, mas também nas bancadas. 
O Marítimo entrou forte, criou boas oportunidades e foi com naturalidade que aos 12 minutos Sami inaugurou o marcador. Depois a equipa adormeceu e o Feirense veio para a frente disposto a "fazer pela vida" e a querer complicar um noite que os adeptos desejavam que fosse tranquila. Chegou ao empate ao fechar a primeira-parte num grande (auto)golo de Robson, num momento sempre complicado mas que veio trazer justiça àquilo que se passou em campo e penalizar o recuo da equipa (alguns jogadores pareceram fisicamente não estar a 100%, o desgaste é muito para um plantel curto como o do Marítimo devido às contingências do nosso orçamento, e julgo que será no plano da "gestão física" do esforço de alguns elementos e da recuperação de outros que se definirá o resto da nossa época). 
Na história do jogo há que fazer aqui um parêntesis para aqueles que foram os primeiros heróis improváveis. Uma equipa de infantis do clube encontrava-se na lateral sul e desde o início do jogo cantavam de forma entusiasmada, interagiam com as claques e animavam todo o público que ali estava. Depois, alguém nos "Templários" chamou-os e foi fantástico ver a pequenada a correr e a juntar-se aos mais velhos para continuar a apoiar e a arrancar sorrisos a toda a bancada. Grande momento. Inesquecível. 
Na segunda-parte veio o Marítimo com uma enorme alma, sobretudo Robson que tentou redimir-se do erro e Danilo Dias que lutou até à exaustão (e pensamos que seria um dos jogadores "condicionados"). Do outro lado Paulo Lopes ia defendendo tudo, o "bandeirinha" ia inventando e o anti-jogo dos "fogaceiros" deixava o público de cabeça perdida. 
Oportunidades iam sendo desperdiçadas (Benachour teve um remate à meia volta que por pouco não resultava num dos mais belos do campeonato) e novos jogadores iam sendo lançados para o assalto à baliza adversária. Entraram uns patinhos feios que, perdendo alguns lances e com o tempo a esgotar-se faziam alguns adeptos desesperar, outros abandonar a equipa saindo do estádio, até que, num momento de magia, Pouga toca a bola para Fidélis que com o seu pior pé dispara um balázio que quase fazia o estádio vir abaixo e tornou-se num novo (improvável) herói. 
E o que ali se viveu, só quem lá esteve para sentir. Adeptos a subir as redes, polícia a tentar serenar os festejos, um estádio de pé a gritar Marítimo e a fazer lembrar outros tempos. Uma emoção e um enorme orgulho por este clube que parecia sentir-se na aura daquelas bancadas. Parecia que o Caldeirão segredava ao nosso ouvido "estou de volta". 
 © Andre Ladeira
E vocês, como é que viveram este jogo? 
P.S. Se tiverem fotos ou vídeos, sobretudo dos festejos do segundo golo, enviem para publicarmos. 

sexta-feira, 9 de março de 2012

Dia da Mulher

"A alma tem que estar lá dentro." Aprendam com elas. 

Não há jogos fáceis!

A fazer fé nas palavras de Quim Machado, o jogo contra o Feirense poderá ser mais animado do que se previa. O técnico "fogaceiro" no lançamento do jogo afirmou que não vai "defender o 0-0" vai "jogar para vencer na Madeira". 
Perspectiva-se assim mais um jogo complicado no Caldeirão. 

Quanto à atitude de alguns "adeptos" convém lembrar as nossas críticas aos assobios, à impaciência demonstrada no último jogo em casa frente ao Leiria. Para provar que não estávamos errados, que não foi um capricho ou mania nossa, ficam aqui as palavras de Pedro Martins: 
"É fundamental o apoio do nosso público, em todos os momentos, não é um crítica ao que aconteceu no jogo do Leiria, mas houve determinados momentos em que os adeptos começaram a ficar impacientes pelo golo não ter surgido mais cedo e aí peço à massa associativa algum controlo e paciência se eventualmente não fizermos golo cedo, o que poderá acontecer. Vamos fazer tudo para vencer o jogo, vamos entrar fortes, como temos feito nomeadamente em casa, temos uns bons 15/20 minutos e inclusivamente feito golos, mas se não acontecer peço paciência à massa associativa  porque não há jogos fáceis. O Feirense tem causado muitas dificuldades fora, cada vez mais fica complicado jogar em casa, no último jogo frente ao F.C.Porto fizeram uma partida muito bem conseguida e só depois da expulsão é que o Porto conseguiu vencer o jogo."
Mais uma vez pedimos que apoiem a equipa incondicionalmente e se notarem críticas injustas ao vosso lado, façam o que nós aqui fazemos, chamem os adeptos à razão. Só assim podemos mudar as mentalidades e atitudes que tantas vezes têm prejudicado a equipa (o que aconteceu na época passada foi vergonhoso e convém ter sempre bem presente). 
Parabéns Capitão pelo 33º aniversário!
Lista de convocados:
GR: Salin, Peçanha;
DF: Luís Olim, Igor Rossi, Robson, João Guilherme, Rúben Ferreira, Briguel, João Diogo;
MD: Roberto Sousa, Rafael Miranda, João Luiz, Benachour; 
AV: Pouga, Ibrahim, Sami,  Heldon, Danilo Dias, Fidelis e  Fábio Felício.

terça-feira, 6 de março de 2012

Concurso equipamentos 2012/2013.

Crie o equipamento do Marítimo (principal e alternativo) para a próxima época. Uma iniciativa inovadora e uma excelente oportunidade para as pessoas ligadas à área do Design.  
Mais informações e consulta do regulamento em csmaritimo.pt.


A nossa sugestão aos "concorrentes" é que se baseiem nos antigos equipamentos e que tenham em atenção os símbolos do clube. A bandeira da Madeira também deverá estar presente. 

O primeiro já está.

Castigo pesado

Perdida uma excelente oportunidade para nos isolarmos no 4º lugar, perdida uma das finais, mas não a guerra. 
Jogo fraco das duas equipas, ninguém merecia perder ou ganhar. Foi mais feliz o Vitória. 
Agora aparecem os treinadores de bancada, os profetas das desgraça, aqueles que só assobiam e nunca aplaudem. Uns dirão que a culpa é do Pedro Martins, outros que é do Pouga, mas apesar da fraca prestação há que perceber as limitações da equipa, há que perceber que por vezes as coisas não correm como nós desejamos, há dias assim. 
E é preciso não esquecer que Heldon jogou em Madagáscar (a mais de 11.000 km) e que, por muito que critiquem a opção de colocar Pouga a titular em vez de Danilo, o brasileiro vem treinando condicionado (situação que se prolonga há já 3 semanas) e nós temos um plantel curto, não temos as infindáveis opções das equipas que nos rodeiam na tabela. Temos que nos safar com aquilo que temos, seja com Pouga, com Fidélis, seja com quem for. 
E fica já aqui o aviso, na próxima sexta-feira temos mais um jogo de grande dificuldade, a pedir muita paciência, à semelhança do último jogo em casa, e os adeptos têm que perceber isso e têm que apoiar do primeiro ao último minuto. Não podem perder logo a cabeça e começar a intranquilizar a equipa porque isso passará para o campo e, garanto-vos, não irá ajudar em nada. Não podem insultar o Pouga, como o têm feito até aqui porque isso, também vos garanto, não facilitará o seu trabalho. 
Antes de o fazerem coloquem-se do outro lado e imaginem como é que gostariam de sentir os adeptos e pensem se esta equipa merece isso. 

* Os comentários deixam de necessitar de aprovação. Veremos se assim a participação aumenta.

sábado, 3 de março de 2012

C. S. MARíTIMO x Leixões - juniores




Hoje, às 15h em Santo António, a equipa de juniores enfrenta o Leixões. 
Não deixe de apoiar os jovens verde-rubros e fique a conhecer alguns dos futuros craques do Marítimo. 
Como dizia uma antiga glória que segue esta equipa, existem ali alguns que "só não dão jogadores se não quiserem". Penso que se referia a, entre outros, Kukula, Fábio Abreu, Kiko, Nassin e José Sá.